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Cabeça feita



BIZZÚ FORTE!




Viaje no programa Reggae Jah toda Quinta - feira, às 23 horas (Horário de Brasília). Reprise do programa da semana: http://www.radiomisturebaonline.com.br/reggae.html

Negril, a 240 km da capital Kingston, mistura tranquilidade com musicalidade. O reggae está presente em todos os lugares, tanto nas ruas como nas praias, e a natureza preservada do lugar inspira turistas e nativos. Um dos destinos mais procurados é a Bloody Bay. Esta baía de águas calmas e areia muito branca, tem a vegetação preservada, apesar do grande números de resorts, e é um dos cartões postais da Jamaica. A praia de 7 Mile Beach também é perfeita para quem pretende relaxar. Para aprender um pouco mais sobre a cultura rastafári, é possível fazer um city tour com um guia local, que levará o turista aos lugares históricos de Negril, como o farol centenário da cidade.

Apesar do ar um tanto hedonista da região, há várias opções para crianças, como o parque aquático Kool Runnings e o parque Royal Palm Reserve, onde é possível observar a fauna e flora locais. A cidade de Negril também é o destino jamaicano mais procurado por mergulhadores. Deep Plane, The Arches, Ballard’s Reef e Gallery são os lugares mais conhecidos, seja por seus corais coloridos ou pela diversidade marinha. Experimentar um pouco da cultura local também nunca é demais, portanto, não deixar de visitar as destilarias de rum e a estátua de Peter Tosh, outro ícone do reggae jamaicano. Uma atração à parte é o dramático encontro do mar com as falésias em West End Road. Junto ao quase mitológico Rick’s Café – destruído por dois furacões, você poderá ver jovens sem muito juízo dando longos mergulhos a partir dos penhascos e o pôr-do-sol mais encantador da Jamaica. Têm gente que até aplaude...

FOLHA DE S. PAULO -
Preço de imóvel é irrealista e insustentável, diz estudo

GUSTAVO PATU
DE BRASÍLIA
Estudo conduzido por dois pesquisadores do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) aponta "possibilidade concreta de existência de uma bolha no mercado de imóveis no Brasil", que pode estourar com a possível elevação futura dos juros.
Ou, em outras palavras, que a disparada dos preços de casas, terrenos e apartamentos nos últimos anos está resultando em valores irrealistas, incompatíveis com os movimentos de oferta e procura do mercado -e, portanto, insustentáveis.
Assinado pelos economistas Mário Jorge Mendonça e Adolfo Sachsida, o trabalho alimenta com novos argumentos a controvérsia instalada entre estudiosos, compradores e vendedores.
Os autores calculam que os preços tiveram alta de 165% na cidade do Rio de Janeiro e de 132% em São Paulo entre janeiro de 2008 e fevereiro deste ano, contra uma inflação de 25% no período.
Com intervalos de tempo menores, em razão da indisponibilidade de dados mais antigos, também se constataram aumentos bem superiores à inflação em capitais como Recife, Belo Horizonte, Brasília e Fortaleza.
IMPULSO DO GOVERNO
Tradicionalmente, bolhas de preços são infladas pelo crescimento acelerado da oferta de crédito.
Esse crescimento aconteceu no setor habitacional brasileiro -com o impulso, enfatiza o estudo, de programas, incentivos e obras do governo federal.
"A insistência do governo em aquecer ainda mais um mercado imobiliário já aquecido só tende a piorar o resultado final", diz o texto.
Entre os exemplos citados estão, além dos juros favorecidos para o setor imobiliário, o programa Minha Casa, Minha Vida e os empreendimentos vinculados à Copa do Mundo de 2014 e aos Jogos Olímpicos de 2016.
Vinculado à Presidência da República, o Ipea não endossa essas conclusões. Em seu boletim "Conjuntura em Foco", o órgão argumenta que o volume de crédito no país ainda está muito longe dos 65% do Produto Interno Bruto contabilizados nos EUA.
Mas o próprio boletim mostra a rapidez da expansão dos financiamentos habitacionais brasileiros, que saltaram de 1,5%, em 2007, para mais de 5,5% do PIB neste ano.
BANCOS PÚBLICOS
Mendonça e Sachsida afirmam que, a partir do agravamento da crise internacional, no final de 2008, o crédito imobiliário tem crescido em ritmo superior ao do destinado a outros setores, especialmente nos bancos públicos.
Antes, a ampliação do crédito era puxada por bancos privados e privilegiava os setores industrial, rural, comercial e empréstimos diretos a pessoas físicas.
Segundo o estudo, a escalada dos preços dos imóveis tende a ser interrompida ou revertida com a alta dos juros, o que é esperado com a retomada do crescimento econômico e, mais ainda, com uma alta futura das taxas internacionais.
O texto diz que os efeitos de uma eventual crise no mercado imobiliário brasileiro não serão catastróficos como os do estouro da bolha americana, ponto de partida da crise global. "Contudo, não serão desprezíveis."

Bolhas especulativas acontecem, pela definição mais usual, quando os preços sobem simplesmente porque os investidores e compradores acreditam que os preços subirão ainda mais no futuro.
Exemplos do gênero são mais comuns nos mercados de ações e imóveis, mas o primeiro caso documentado, no século 17, envolveu a mania por tulipas na Holanda.
Os preços subiram rapidamente e pessoas de todas as classes vendiam propriedades para investir nas flores. Depois de alguns anos, a bolha estourou, os preços caíram subitamente e inúmeros negociantes foram à falência.
Não é simples determinar se uma disparada de preços é uma bolha ou se está amparada em transformações da economia ou da sociedade.
No caso dos imóveis brasileiros, a alta pode ser resultado da ampliação da classe média nos últimos anos, possibilitada pela melhora do mercado de trabalho e pela ampliação dos programas de transferência de renda.
É o que defende um estudo produzido em 2010 pela MB Associados a pedido da associação dos bancos financiadores de imóveis. Por esse raciocínio, a ascensão social impulsionou a demanda em ritmo superior ao da oferta.
O texto não descartava, porém, a possibilidade de que a alta de preços se transformasse em bolha no futuro. E acrescentava que bolhas só podem ser determinadas com certeza quando estouram.
Editoria de Arte/Folhapress

http://www.radiomisturebaonline.com.br/


UGANGA divulga datas de lançamento de álbum ao vivo, documentário e novo videoclipe
O vídeo de "Meus Velhos Olhos de Enxergar O Mal" estréia neste domingo dia 13


Considerada uma das melhores bandas de thrashcore do Brasil, o UGANGA começa 2013 a todo vapor!
O grupo formado pelo vocalista Manu Joker (ex-Sarcófago), os guitarristas Christian e Thiago, o baixista Ras Phael e o baterista Marco anuncia três lançamentos de peso para os primeiros meses de 2013.

O primeiro é o do novo videoclipe "Meus Velhos Olhos de Enxergar O Mal (2 Lobos)", música extraída do mais recente álbum de estúdio do UGANGA, Vol 3: Caos Carma Conceito.
Mais uma vez dirigido por Eddie Shumway, o videoclipe de "Meus Velhos Olhos de Enxergar O Mal" traz imagens da apresentação da banda no Festival HC Reunion 2012 e diversas outras de shows e bastidores da turnê Européia realizada pelo UGANGA em 2010.
O vídeo será lançado no próximo domingo, dia 13 de Janeiro, no canal da banda no Youtube: www.youtube.com/ugangamg

O segundo lançamento é do documentário da turnê européia de 2010.
O vídeo cobre todos os 18 shows da turnê que passou por sete países - Alemanha, Bélgica, Suíça, Espanha, Portugal, República Tcheca e Polônia - reunindo cenas das apresentações e bastidores, além de depoimentos dos músicos e equipe.
O lançamento está agendado para o dia 13 de Fevereiro também através do canal oficial da banda no Youtube.

O terceiro e mais importante lançamento é o novo álbum da banda, Eurocaos Ao Vivo.
O álbum foi gravado ao vivo na Alemanha e Portugal e vai reunir as faixas "Kali-Yuga", "Asas Negras", "3XC", "Meus Velhos Olhos de Enxergar o Mal", "Sua Lei, Minha Lei", "Zona Árida", "Fronteiras da Tolerância", "Troops Of Doom" (cover do Sepultura) e "Nightmare" do Sarcófago com Manu Joker na bateria.
Entre o material bônus de Eurocaos Ao Vivo também estarão duas gravações inéditas. A primeira música é uma versão que a banda fez para "Desespero" do grupo baiano de punk rock Pastel de Miolos. A segunda é uma gravação de "Não Desista" da clássica banda de metal paraense Stress que fará parte do "Tributo ao Stress" a ser lançado pela gravadora Metal Soldiers Records de Portugal.

Eurocaos Ao Vivo sai aqui no Brasil no dia 13 de Março pela gravadora Sapólio Rádio. O lançamento na Europa será simultâneo através da Metal Soldiers.
O show de lançamento de Eurocaos Ao Vivo também já está agendado e vai acontecer no dia 13 de Abril durante a edição 2013 do Réri Guéri Festival em Araguari, Triângulo Mineiro.

Curiosamente, toda essa programação de lançamentos do UGANGA - inclusive o show de lançamento do novo álbum - está agendada para os dias 13 dos próximos meses. Segundo Manu Joker, essa "coincidência" vai muito mais além.
"O número 13 sempre nos agradou por motivos variados. Todos nossos álbuns têm 13 faixas cada e se você fuçar na história da banda verá várias outras referências a esse número, que pra muitos é sinônimo de azar (risos). Agora são três lançamentos todos nos dias 13 dos três primeiros meses de 2013. E fiquei sabendo que o nosso CD ao vivo será lançado em Araguari no dia 13 de Abril. Não dá pra deixar de notar essa "coincidência"."

Cronograma de lançamentos UGANGA:
13/01 - Lançamento do novo videoclipe "Meus Velhos Olhos de Enxergar O Mal (2 Lobos)"
13/02 - Lançamento do documentário da Turnê Européia
13/03 - Lançamento do novo álbum "Eurocaos Ao Vivo"
13/04 - Show de Lançamento do novo álbum "Eurocaos Ao Vivo" no Réri Guéri Festival em Araguari/MG

Management, Shows e Informações para a Imprensa:

Tomasi - SOM DO DARMA



“EU COPIO, TU BAIXAS E NÓS COMPARTILHAMOS: o futuro da nova cadeia produtiva da música.


Os ganhos da indústria fonográfica despencaram, em 10 anos, de US$ 26 bilhões para US$ 16 bilhões. Diante desse, cenário é comum escutarmos, por meio da publicidade dos representantes das gravadoras, que o que está matando a indústria fonográfica é a prática de baixarmos músicas gratuitamente através da internet. Outro argumento utilizado pelas gravadoras, para atacar as práticas de compartilhamento de músicas pela rede, é que isso está afetando negativamente o rendimento dos artistas e que estimula o crime organizado.


As afirmações acima não passam de propaganda enganosa e o Conar (Conselho Nacional de Regulamentação Publicitária) deveria agir com rigor. Baixar músicas pela Internet não está matando a indústria fonográfica, nem diminuindo o ganho dos artistas. Nos últimos anos, diversos estudos comprovam que o que está matando a indústria fonográfica é a incapacidade desta de se adequar aos novos tempos e o apego aos velhos modelos superados pelo desejo dos novos consumidores. Via de regra, a publicidade das gravadoras e o lobby das entidades arrecadadoras para cima de governos e de legisladores apostam em medidas coercitivas com repressão, vigilância indiscriminada, quebra de privacidade, criminalização e corte do acesso dos usuários da rede mundial, como já vem acontecendo em alguns países como a França.


Um recente estudo da ‘ London School of Economics‘ comprova, mais uma vez, que compartilhar músicas pela internet não está afetando o rendimento dos autores e esta nova prática social não é inimiga dos criadores. Segundo o estudo, a condução negativa do debate proposto pela indústria fonográfica e pelas arrecadadoras, e a forma de proteção inadequada da propriedade intelectual nos tempos de Internet, é o que tem causado danos à indústria criativa da música.


O estudo sugere também que uma nova legislação de direito autoral deveria estimular a prática dos internautas, e não reprimir.


Outros fatores que estão influindo na queda do rendimento das gravadoras, apontados pelo estudo, são o aumento do custo dos serviços básicos, da moradia e das taxas de desemprego e o crescimento do mercado dos ‘games’. Por tudo isso está sobrando menos grana para a compra dos CDs.


O argumento de que quem compartilha música pela internet está ‘roubando’ a propriedade das gravadoras, diminuindo seus rendimentos, também já foi desmentido em um estudo de 2007 publicado pelo ‘Journal of Political Economy’. Segundo este estudo, a maioria das pessoas que baixam músicas pela rede não escutaria seus músicos prediletos se tivessem que comprar nos preços de hoje. Isso quer dizer que, baixar músicas pela Internet tem um efeito nas vendas que, estatisticamente, é praticamente zero.


Outra falácia é que a prática social de baixarmos músicas pela internet vai deixar os autores sem alternativas de rendimento e sem estímulo para criar. Isso também não é verdade. A grande maioria dos artistas vive de apresentações ao vivo, dos seus shows. Nada mais estimulante. Quanto mais uma música é difundida pela internet e o artista é conhecido, mais shows e mais ingressos são vendidos. Em 2009, no Reino Unido, por exemplo, as receitas por shows ao vivo ultrapassaram, pela primeira vez, o volume arrecadado por vendas de discos. A venda de discos movimentou 1,36 bilhão de libras, e os shows movimentaram 1,54 bilhão de libras.


Toda essa discussão está muito atual no Brasil em função da proposta de reforma da lei do direito autoral e do novo discurso do Ministério da Cultura que, pelo que parece, embarcou na canoa furada das gravadoras e das entidades arrecadadoras.”


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